Assim és

Criação divina

de beleza genuína.

Nada posso dizer

da altura deste ser.

Em teu ventre,

o berço da humanidade.

Em teu peito, sempre

amor e sensibilidade.

Sim, criatura sensível

mas não como a nota musical

pois não pede resolução.

Em sua perfeição, visível,

não existe o mal.

Incorruptível coração.

Assim é a mulher

mãe, amiga e amante.

Pronta pro que vier

nunca dissonante.

Forte como um colosso,

fŕagil como um estandarte.

Vê no homem seu esboço

e no espelho, obra de arte.

Robson Ribeiro

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2 Comentários

Arquivado em Poesia

2 Respostas para “Assim és

  1. mãe

    demorou pra escrever dessa vez em…eu já tava com saudade.
    Adorei essa poesia. Parabéns poeta do meu ventre. Te amo.

  2. pois é, esse mês ando meio atarefado. mas vou escrevendo qndo der!

    t amo tb!

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